Zéquinha das meninas,
Sinto que deves estar em pulgas para saber mais sobre a «saga» do Dominique Strauss-Khan. Aí vão as notícias mais fresquinhas.
Enquanto espera confortavelmente sentado numa poltrona da primeira classe de um avião da Air France, que o vai levar de Nova York a Paris, o Director-Geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, é um dos homens mais poderosos do planeta, acostumado com as pompas, honrarias e deferências que seu alto posto lhe confere.
Em apenas alguns minutos, pouco antes do início do avião levantar voo, Strauss-Kahn viaja a uma velocidade supersónica para uma trágica e, aparentemente, irreversível derrocada. Agentes da polícia americana entram na aeronave, dão-lhe voz de prisão e levam-no algemado para uma esquadra da Polícia de Nova Iorque, sob a acusação de tentativa de violação de uma criada de quarto do Hotel Sofitel.
Interrompe-se a trajectória de um homem com poder suficiente para intimidar presidentes e chefes de Estado, saudado como um génio das finanças e artífice da política que restabeleceu a estabilidade da economia mundial durante a maior crise financeira enfrentada desde a Grande Depressão da década de 1930.
Aos 62 anos de idade, o personagem que aparecia como o líder nas pesquisas de opinião na disputa presidencial da França, nas eleições de Abril de 2012, voa do Olimpo ao inferno, sem escalas. O bon vivant milionário, com mais de US$ 14 milhões em imóveis nos Estados Unidos e na Europa, vê-se obrigado a renunciar ao cargo no FMI, que lhe rendia algumas centenas de milhares de dólares em salário anual.
Tudo começa numa «suite» de um hotel próximo à Times Square. Rezam as crónicas que empregada de quarto, Nafissatou Diallo, imigrante africana de 32 anos originária da Guiné-Bissau, entra na «suite» para fazer a limpeza. Mais tarde, ela afirma à Polícia que o Strauss-Khan saiu nu da casa de banho, trancou a porta do quarto, tentou tirar~lhe as cuecas, violentá-la e forçá-la a fazer sexo oral. Depois de conseguir desenvencilhar-se do assédio e fugir Nafissatou Dialo apresenta queixa à Polícia.
Também segundo as informações conhecidas, Dominique Strauss-Kahn, sai logo em seguida do hotel. Tão à pressa que até se esquece de levar o telemóvel. Foi isso que permitiu sua prisão: ligou para o hotel mais tarde, à procura do aparelho, e informou que estava no avião.
Por uma semana, Strauss-Kahn fica enjaulado numa cela individual, em Rikers Island, prisão que abriga mais de 14 mil detidos. Só sai dali para duas audiências no tribunal, onde teve confirmada a acusação de tentativa de violação. Conseguiu livrar-se da cadeia, onde passou seis noites, depois de pagar uma fiança de US$1 milhão.
Agora, num apartamento alugado pela esposa, é vigiado por guardas durante 24 horas e usa pulseira electrónica no tornozelo. Para além de fazer contas à vida, espera que o advogado que defendeu Michael Jackson o livre de uma pena que o pode deixar 25 anos na cadeia.
Como se constata, o gajo tem as suas fases de «burro». Com o dinheiro que tinha podia chamar e escolher as «call-girls» mais quentes de Nova Iorque. Em vez disso pratica um acto intolerável e criminoso: tenta comer à força quem não quer ser comido. Depois, last but not the least, esquece-se do telemóvel e previne o Hotel.
Ciao, baby!
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ResponderEliminarAbraço
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