Olá, vadio
Ontem jantei em casa da Ritinha, que agora também é a casa da Joaninha e dos meus netos. As nossas filhas, que se consideram irmãs e agem como tal, decidiram partilhar o mesmo apartamento, na Amoreira! E como sempre, o pior da festa sobra para mim. Porque deste à sola, eu que me amanhe: era pai de uma irreverente, sou agora obrigado a fazer o papel de pai de outra «pispirreta». Em que alhadas tu me metes! Nas conversas que temos, nunca estás ausente, enfias-te pelo buraco da agulha, sentas-te no trono, omnipresente, reclamas para ti o centro das atenções. Até cansa! Verdade se diga: à parte os carinhos, mimos e elogios que te são dedicados, as tuas orelhas devem estar a arder, já que amiúde te descubro a careca.
Depois do jantar e de uma boa conversa, fui dormir a tua casa, já que a Tó está de férias.
Por aqui, tudo na mesma como a lesma – na bancarrota, um verão que mais parece inverno, vendavais e até chuva.
Depois do jantar e de uma boa conversa, fui dormir a tua casa, já que a Tó está de férias.
Por aqui, tudo na mesma como a lesma – na bancarrota, um verão que mais parece inverno, vendavais e até chuva.
Enquanto não chego aí, aproveita a minha ausência. Quando eu chegar, vais ter concorrência da grossa.
Abração
PS: A tua Rita está cada vez melhor em fotografia. Encanta-me a sua arte. Até lhe ofereci uma lente da Canon para a máquina que ela vai comprar.
PS: A tua Rita está cada vez melhor em fotografia. Encanta-me a sua arte. Até lhe ofereci uma lente da Canon para a máquina que ela vai comprar.
Meu caro amigo, tu és especial, sabias? "Afinal" tu escreves "também" muito bem. Além de saberes usar as palavras, fazes uso das mesmas para manifestar esse sentimento sem igual que é a amizade pura. Fico extremamente sensiblizada quano te leio.
ResponderEliminarParece-me que afinal tens que agradecer ao Zé Pedro pela Herança que te deixou...
L